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Vale de Figueira

Vale de Figueira é uma freguesia do concelho de Santarém, com 21,43 km² de área e cerca de 1.300 habitantes. Densidade: 60,4 hab/km².

Situada a 14 km de Santarém e a 85 Km de Lisboa, com acessos rápidos à A1, encontra-se situada num vale, paralelo ao planalto da Boa Vista, sendo famosa por ser a foz do rio Alviela, afluente do Tejo. É uma terra de campinos, cavalos e toiros, com uma beleza natural que tornam Vale de Figueira uma aldeia única no Ribatejo, rica na produção de vinho, uva de mesa, azeite e cereais.

As opiniões divergem, mas muitos acreditam que a origem do nome "Vale de Figueira" vem do facto de esta terra ter sido, em tempos, coberta por figueiras. A sua fundação é já dos tempos do Império Romano, tendo sido sempre considerada um dos locais preferidos da realeza portuguesa, para visitar, descansar e pernoitar, em especial de Fernando I de Portugal e Manuel I de Portugal dois dos seus maiores fãs. Para além disso, Vale de Figueira possuía um convento de Frades Franciscanos Arrábidos (Ordem dos Frades Menores), denominado de "Convento de Nossa Senhora de Jesus da Ordem de S. Francisco", do qual ainda restam, somente, algumas ruínas, incluindo a janela da qual se diz que os frades davam comida aos pobres.

O campo da lezíria de Vale de Figueira é banhado pelos rios Tejo e Alviela e é conhecida pela sua beleza, quanta inspiração é possível obter, se situados na Grande Montra da Quinta da Boavista, para apreciar as melhores paisagens que possamos imaginar, de um lado a aldeia, de outro  Santarém, de outro a Lezíria com o rio Tejo deslumbrante,  e do outro, as vinhas da encosta do cirne, simplesmente magnífico... tornando possível explorar o melhor que esta terra tem para oferecer da sua beleza natural e selvagem. Também famosas são as muitas quintas de Vale de Figueira, cada uma com conteúdos preciosos, desde carruagens antiquíssimas usadas pelas famílias ricas destas quintas, passando por capelas decoradas a ouro e outros materiais valiosos e ornamentais de séculos passados. Bons exemplos são a Quinta do Castilho, a Quinta de Nossa Senhora da Conceição e a Quinta da Boa Vista. Algumas das quintas são, também, muito famosas pelas suas ganadarias e pela criação do cavalo Lusitano. Outra quinta que vale a pena ser visitada, pelo seu bosque e villa com piscina e jardim, é a Quinta da Sobreira. A não perder também é a visita à greja Paroquial.

No princípio do século XX, Vale de Figueira era rica na produção de azeite, tendo seis lagares de azeite a trabalhar, em conjunto. É por isso que as folhas de oliveira estão representadas no brasão da freguesia, juntamente com a folha da figueira e o chapéu do campino, símbolos já referenciados, todos acima das linhas azuis e prateadas que simbolizam, por sua vez, os rios Alviela e Tejo.

 

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